quarta-feira, 8 de maio de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Pés diabéticos
As alterações das unhas
As unhas de pessoas diabéticas podem apresentar irregularidades levando a dificuldades no cuidado, além disso, excesso de pele e detritos podem acumular-se sob as unhas, em suas pregas, podendo ocasionar um ambiente propício para o crescimento de bactérias. A elevação da unha leva a traumas repetitivos durante o uso de calçados e geralmente evoluem para ulceração subungueal. Em uma unha encravada, que pode ser desencadeado por corte inadequado ou por micose, ocorre uma pequena lesão que mais uma vez é porta de entrada para microorganismos nocivos.
Como sabemos, a pele é um grande manto que nos protege e evita o acesso de microorganismos nocivos a nossa saúde. Pudemos observar que as grandes complicações iniciam-se pequenas e levam, geralmente ao rompimento da integridade da pele. Claro que nem sempre é um evento único que leva a lesão, e por isso o cuidado da pessoa diabética é tão complexo e interdisciplinar (tem o acompanhamento de vários profissionais).
Mas porque as pessoas diabéticas não conseguem reconhecer uma pequena lesão, somente a veêm quando já estão evoluindo para um processo infeccioso mais grave???
Mais uma vez a neuropatia é a resposta. Além da perda da sensibilidade, nem sempre o organismo do diabético responde a inflamação como uma pessoa normal. Para entender este conceito vou descrever os sinais clássicos da inflamação: dor, calor, rubor, inchaço. Pois bem, nem todos os diabéticos tem esta resposta e quando enxergam o problema, já existe uma infecção grave instalada. Portanto, ao visualizar uma lesão a busca por um profissional especializado é fundamental e uma prioridade.
Este contexto nos leva a crer que o cuidado preventivo da pessoa portadora de diabetes parece ser relativamente simples, mas o aprendizado das alterações podais e do seu cuidado é extremamente complexo, uma vez que as alterações estão relacionadas a uma doença, em um organismo vivo que apresenta suas crenças, seu modo de vida, seu conhecimento e realiza suas escolhas. Isto faz do cuidado preventivo um desafio aos profissionais.
E ainda não podemos nos esquecer que todas estas alterações estão ligadas a uma doença, cujo controle é vital e decodificar sua doença e seu controle particularmente a cada indivíduo é a chave para o sucesso. Pois entendemos que cada indivíduo é único e merece uma atenção única.
Assim nosso grande objetivo é melhorar a qualidade de vida da pessoa portadora de diabetes.
As unhas de pessoas diabéticas podem apresentar irregularidades levando a dificuldades no cuidado, além disso, excesso de pele e detritos podem acumular-se sob as unhas, em suas pregas, podendo ocasionar um ambiente propício para o crescimento de bactérias. A elevação da unha leva a traumas repetitivos durante o uso de calçados e geralmente evoluem para ulceração subungueal. Em uma unha encravada, que pode ser desencadeado por corte inadequado ou por micose, ocorre uma pequena lesão que mais uma vez é porta de entrada para microorganismos nocivos.
Como sabemos, a pele é um grande manto que nos protege e evita o acesso de microorganismos nocivos a nossa saúde. Pudemos observar que as grandes complicações iniciam-se pequenas e levam, geralmente ao rompimento da integridade da pele. Claro que nem sempre é um evento único que leva a lesão, e por isso o cuidado da pessoa diabética é tão complexo e interdisciplinar (tem o acompanhamento de vários profissionais).
Mas porque as pessoas diabéticas não conseguem reconhecer uma pequena lesão, somente a veêm quando já estão evoluindo para um processo infeccioso mais grave???
Mais uma vez a neuropatia é a resposta. Além da perda da sensibilidade, nem sempre o organismo do diabético responde a inflamação como uma pessoa normal. Para entender este conceito vou descrever os sinais clássicos da inflamação: dor, calor, rubor, inchaço. Pois bem, nem todos os diabéticos tem esta resposta e quando enxergam o problema, já existe uma infecção grave instalada. Portanto, ao visualizar uma lesão a busca por um profissional especializado é fundamental e uma prioridade.
Este contexto nos leva a crer que o cuidado preventivo da pessoa portadora de diabetes parece ser relativamente simples, mas o aprendizado das alterações podais e do seu cuidado é extremamente complexo, uma vez que as alterações estão relacionadas a uma doença, em um organismo vivo que apresenta suas crenças, seu modo de vida, seu conhecimento e realiza suas escolhas. Isto faz do cuidado preventivo um desafio aos profissionais.
E ainda não podemos nos esquecer que todas estas alterações estão ligadas a uma doença, cujo controle é vital e decodificar sua doença e seu controle particularmente a cada indivíduo é a chave para o sucesso. Pois entendemos que cada indivíduo é único e merece uma atenção única.
Assim nosso grande objetivo é melhorar a qualidade de vida da pessoa portadora de diabetes.
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