sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Cuidar dos pés deve ser parte essencial da rotina de esportistas
05/09/2012 | Visualizações: 269
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Imprescindíveis para a locomoção, sustentação e equilíbrio, os pés suportam o peso do corpo humano, ficando sujeitos a uma enorme tensão e desgaste. A sua perfeita estrutura é composta por 26 ossos, 33 articulações e 112 ligamentos, permitindo a realização de tarefas que vão além de repetir milhares de passos a cada dia, como a prática de atividades esportivas e a dança, por exemplo. A repetição dos movimentos e o uso prolongado de tênis e meias podem provocar calos, calosidade, bolhas, unhas encravadas, fungos, como pé de atleta, em razão da umidade advinda do suor.
Assim como as mãos são fundamentais para os desenhistas, os pés são para os atletas e profissionais da dança. Por dependerem expressivamente dessa parte do corpo para obter bons resultados nas atividades que desenvolvem, é preciso que os praticantes de atividades físicas intensas ofereçam um tratamento especial aos pés.
Podóloga e diretora da Dream Feet, clínica carioca especializada em cuidados para os pés, Vera Feliciano destaca que, apesar de não ser regra, os esportistas são mais suscetíveis a ter problemas nessa região. “Entre os mais recorrentes estão unhas encravadas, bolhas, joanetes, pé-de-atleta, neuroma de morton e fascite plantar, uma inflamação no tecido denso da sola do pé, que ocorre quando há uso excessivo da região. Em geral, as lesões acontecem devido ao uso inadequado e prolongado dos tênis e meias. Os corredores, triatletas, jogadores de vôlei, futebol e basquete estão entre os mais afetados por esses males”, afirma a especialista.
Muito comum a quem prática corrida, o surgimento de bolhas está relacionado ao atrito entre as meias e os pés durante as passadas. Além disso, o calor no interior do calçado também influencia. É importante salientar que existem também os fatores externos, que fogem ao controle dos atletas. Nesse caso, os maratonistas e triatletas são os que mais sofrem, pois muitas vezes precisam correr com os pés molhados, o que aumenta as chances do surgimento de bolhas.
- Para prevenir o aparecimento dessas lesões, é indicado que o esportista utilize meias com tecidos tecnológicos e o calçado com um número maior que o utilizado no dia-a-dia. Outra opção é o uso de vaselina nos pés, o que contribui para diminuir o atrito; enquanto o uso de creme hidratante nos pés após uma corrida auxilia na regeneração da pele e impede que ela fique seca ou com excesso de suor – diz Vera Feliciano, que não recomenda que maratonistas profissionais ou amadores participem da competição com os pés descalços ou sem meias, o que pode acarretar lesões ainda mais graves.
A especialista lembra, ainda, que os profissionais da dança também são alvos de problemas nos pés. “Mesmo utilizando sapatilhas adequadas para a atividade, eles não estão livres das lesões, pois a dança exige muita força com o metatarso e com os dedos. A queixa mais frequente entre os bailarinos são as joanetes, uma inflamação na articulação do dedão do pé causada pela pressão imprópria nessa área.”, diz. Para cuidar do problema, a podológa aconselha a ortoplastia, procedimento feito a partir de uma moldagem em silicone, permitindo uso diário dentro do sapato, de forma que o exercício de retorno ósseo seja feito durante todo o dia.
A especialista lembra ainda que, por ficarem escondidos em sapatos fechados durante muito tempo, os pés demandam hábitos de higiene regulares. “Após o banho é importante secar bem os pés, principalmente entre os dedos. Em relação aos sapatos, é essencial borrifar spray antisséptico e expô-los ao sol para eliminar as bactérias e possíveis proliferações de fungos”, ensina Vera Feliciano.
Mais que um ritual de beleza e de higiene, cuidar dos pés é também uma preocupação com a saúde e o bem-estar. Para tanto, após uma competição ou qualquer atividade física, o ideal é procurar um especialista para um tratamento completo de revitalização dessa parte do corpo. Para manter os pés saudáveis é preciso que o atleta cuide deles com o mesmo afinco e disciplina com que se exercita.
Confira algumas dicas de como cuidar dos pés antes e depois das atividades físicas:
Antes:
• Escolha um tênis indicado para o esporte e adequado para os seus pés;
• Dê preferência aos mais largos na região dos dedos, com pelo menos uma distância de um centímetro e meio de distância entre o dedo maior e a ponta do calçado;
• Use meias duplas de algodão para correr;
• Borrife um spray antibacteriano dentro do tênis;
• Mantenha as unhas cortadas de forma correta, para evitar que encravem;
• Não remova toda a proteção dos pontos de apoio do pé (não lixe demais as solas);
Depois:
• Deixe o tênis exposto ao sol em lugar arejado;
• Passe hidratante e faça uma boa massagem nos pés.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Síndrome pode atingir
profissionais da beleza
Burnout: diferente do estresse comum e mais prejudicial
A Síndrome de Burnout é uma doença de fundo psicológico que acomete principalmente trabalhadores que lidam diretamente com outras pessoas e têm alguma responsabilidade sobre elas, como médicos, psicólogos, enfermeiros e profissionais do setor de estética e beleza.
Os sintomas são variados, como cansaço crônico, desatenção, dores, problemas digestivos e de sono, alterações menstruais, irritabilidade e uma sensação contínua de estresse mesmo nas horas livres.
O estado de “burnout” é causado por uma conjugação de fatores internos e externos, explica a psicóloga Ana Maria Benevides-Pereira, 54, autora do livro “Burnout: Quando o Trabalho Ameaça o Bem-Estar do Trabalhador” e de uma série de artigos sobre o tema.
Profissionais mais idealistas, exigentes consigo mesmos, dedicados e com menos capacidade de lidar com situações difíceis estão mais propensos a sofrer da síndrome. Assim como aqueles que estão sujeitos a desorganização, baixos salários, poucas perspectivas de promoção, assédio moral e competição excessiva no ambiente de trabalho.
Além dos problemas físicos, o “burnout” se caracteriza sobretudo pelas ausências no trabalho e pela adoção de uma postura cínica e rude em relação ao outro, sejam colegas, clientes ou pacientes, o que os estudiosos chamam de despersonalização, diz Benevides-Pereira, que integra o Gepeb (Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Estresse e Burnout), da Universidade Estadual de Maringá (PR).
A Síndrome de Burnout não deve ser confundida com o estresse comum, pois envolve atitudes e condutas negativas com relação aos usuários, clientes, organização e trabalho, enquanto o estresse apareceria mais como um esgotamento pessoal com interferência na vida do sujeito e não necessariamente na sua relação com o trabalho.
profissionais da beleza
Burnout: diferente do estresse comum e mais prejudicial
A Síndrome de Burnout é uma doença de fundo psicológico que acomete principalmente trabalhadores que lidam diretamente com outras pessoas e têm alguma responsabilidade sobre elas, como médicos, psicólogos, enfermeiros e profissionais do setor de estética e beleza.
Os sintomas são variados, como cansaço crônico, desatenção, dores, problemas digestivos e de sono, alterações menstruais, irritabilidade e uma sensação contínua de estresse mesmo nas horas livres.
O estado de “burnout” é causado por uma conjugação de fatores internos e externos, explica a psicóloga Ana Maria Benevides-Pereira, 54, autora do livro “Burnout: Quando o Trabalho Ameaça o Bem-Estar do Trabalhador” e de uma série de artigos sobre o tema.
Profissionais mais idealistas, exigentes consigo mesmos, dedicados e com menos capacidade de lidar com situações difíceis estão mais propensos a sofrer da síndrome. Assim como aqueles que estão sujeitos a desorganização, baixos salários, poucas perspectivas de promoção, assédio moral e competição excessiva no ambiente de trabalho.
Além dos problemas físicos, o “burnout” se caracteriza sobretudo pelas ausências no trabalho e pela adoção de uma postura cínica e rude em relação ao outro, sejam colegas, clientes ou pacientes, o que os estudiosos chamam de despersonalização, diz Benevides-Pereira, que integra o Gepeb (Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Estresse e Burnout), da Universidade Estadual de Maringá (PR).
A Síndrome de Burnout não deve ser confundida com o estresse comum, pois envolve atitudes e condutas negativas com relação aos usuários, clientes, organização e trabalho, enquanto o estresse apareceria mais como um esgotamento pessoal com interferência na vida do sujeito e não necessariamente na sua relação com o trabalho.
Pé diabético
Você já olhou para o seu pé com atenção?
Se é portador da diabetes, os seus cuidados devem ser redobrados. Devido ao aumento anormal de açúcar no sangue, os nervos podem ser danificados, o que é conhecido como neuropatia.
A diabete neuropática afeta principalmente os nervos responsáveis pela sensibilidade dos pés. Isso diminui a sensação de dor na região. Lesões como cortes, bolhas, calosidades, unhas encravadas, o uso de sapatos apertados, costuras de meias e até queimaduras pela areia da praia, podem ser o inicio do problema.
Uma lesão não tratada pode infeccionar, e uma infecção não tratada pode evoluir para gangrena. A gangrena, se não for tratada, pode ocasionar a amputação do pé ou da perna. A diabetes também pode danificar os vasos sanguíneos do pé, estreitando-os.
Vasos estreitos carregam menos sangue até aos pés, deste modo faltam nutrientes e oxigénio suficiente para combater as infecções. É aí que os pés se tornam ainda mais delicados e um pequeno corte já é muito perigoso.
Quando nervos e artérias estão danificados, as lesões rapidamente se complicam e ameaçam todo o pé e perna. Se mesmo assim não for tratada, a infecção pode ameaçar todo o corpo.
É muito importante que o portador de diabetes, tenha o cuidado de tratar seus pés mensalmente com um podólogo habilitado, mesmo tendo os pés sãos, pois é sempre melhor previnir!
• Se é diabético, previna-se! Trate os pés com um podológo habilitado, pelo menos 1 vez por mes;
• Faça a dieta correta, conforme orientação medica;
• Sempre use meias de algodão não se esquecendo que as mesmas deverão ser claras e com costuras de preferencia com corte laser, para que a costura não atrite com a pele.
• Ajuste a meia afim de que ela não faça dobras e também não atrite com a pele;
• Os sapatos também devem ser analisados, para que não haja recortes com costura por dentro deles, assim como ilhoses, cadarços e não esquecer de que eles jamais poderão ser apertados.
Você já olhou para o seu pé com atenção?
Se é portador da diabetes, os seus cuidados devem ser redobrados. Devido ao aumento anormal de açúcar no sangue, os nervos podem ser danificados, o que é conhecido como neuropatia.
A diabete neuropática afeta principalmente os nervos responsáveis pela sensibilidade dos pés. Isso diminui a sensação de dor na região. Lesões como cortes, bolhas, calosidades, unhas encravadas, o uso de sapatos apertados, costuras de meias e até queimaduras pela areia da praia, podem ser o inicio do problema.
Uma lesão não tratada pode infeccionar, e uma infecção não tratada pode evoluir para gangrena. A gangrena, se não for tratada, pode ocasionar a amputação do pé ou da perna. A diabetes também pode danificar os vasos sanguíneos do pé, estreitando-os.
Vasos estreitos carregam menos sangue até aos pés, deste modo faltam nutrientes e oxigénio suficiente para combater as infecções. É aí que os pés se tornam ainda mais delicados e um pequeno corte já é muito perigoso.
Quando nervos e artérias estão danificados, as lesões rapidamente se complicam e ameaçam todo o pé e perna. Se mesmo assim não for tratada, a infecção pode ameaçar todo o corpo.
É muito importante que o portador de diabetes, tenha o cuidado de tratar seus pés mensalmente com um podólogo habilitado, mesmo tendo os pés sãos, pois é sempre melhor previnir!
• Se é diabético, previna-se! Trate os pés com um podológo habilitado, pelo menos 1 vez por mes;
• Faça a dieta correta, conforme orientação medica;
• Sempre use meias de algodão não se esquecendo que as mesmas deverão ser claras e com costuras de preferencia com corte laser, para que a costura não atrite com a pele.
• Ajuste a meia afim de que ela não faça dobras e também não atrite com a pele;
• Os sapatos também devem ser analisados, para que não haja recortes com costura por dentro deles, assim como ilhoses, cadarços e não esquecer de que eles jamais poderão ser apertados.
A pele fica exposta a fatores do meio ambiente como vento, calor, frio, radiações solares, água do mar ou da piscina, entre outros. Muitos destes fatores prejudicam a pele, provocando seu ressecamento, formação de manchas, infecções, infestações, descamações, queimaduras, irritações e alterações celulares. O ressecamento da pele será tanto mais intenso quanto maiores forem os danos sofridos pela pele.
A HIDRATAÇÃO NATURAL DA PELE
A hidratação natural da pele é feita pela camada mais superficial da pele, chamada camada córnea. Esta camada é formada por células mortas, compostas por uma proteína chamada queratina, coladas umas sobre as outras, bem aderidas. Entre estas células, justaposto a elas, existe um cimento que é chamado de barreira hidro-lipídica (fig. 1).
A camada córnea é impermeável à água, ou seja, é responsável por impedir que o organismo perca água para o ambiente ou que fique encharcado quando submerso na água.
A barreira hidro-lipídica, como o nome já diz, é formada por gorduras (lipídeos) e água, dispostas em camadas. As camadas de gordura são responsáveis por represar a água e não deixar que ela evapore, enquanto as camadas de água impedem que a gordura perca sua estrutura e saia do seu lugar. Este mecanismo é responsável pela hidratação da pele.
A água é quem dá a hidratação à pele, porém a gordura é quem segura a água na pele, promovendo a hidratação.
O uso de sabões, as esfoliações, a exposição ao sol, ao vento e a água removem a gordura e algumas células da camada córnea, causando o ressecamento da pele. Nesta situação, a pele fica áspera e opaca, perde sua elasticidade, fica mais frágil, apresenta descamações e pode coçar.
DOENÇAS COM ESPESSAMENTOS PALMARES E PLANTARES
Existem diversas doenças que causam o espessamento das mãos e dos pés, chamadas de queratodermias (ou hiperqueratoses) palmo-plantares. Nestas doenças existe alteração na camada córnea, que fica espessada e amarelada. Estas doenças podem ser genéticas ou adquiridas e a hiperqueratose pode ser localizada ou difusa.
Nas doenças genéticas, o problema ocorre desde a infância e as mãos e os pés são completa ou parcialmente acometidos de maneira simétrica. Ocorre espessamento da pele, formação de sulcos e fissuras, estrias espessadas, pontos mais endurecidos e vermelhidão em graus variáveis de intensidade (fig. 2, 3, 4 e 7). Pode ocorrer também acometimento do dorso das mãos e dos pés.
Nas hiperqueratoses adquiridas, o surgimento é tardio. Geralmente o acometimento das mãos e dos pés não é simétrico. Ocorrem devido a:
- Contato com substâncias químicas irritantes;
- Pressões mecânicas constantes (fig. 5 e 6);
- Fatores físicos como queimaduras, exposição ao frio, irradiações;
- Infecções por fungos, vírus ou bactérias;
- Reações alérgicas;
- Medicamentos;
- Problemas circulatórios e neurológicos;
- Problemas ortopédicos;
- Doenças da pele como psoríase, líquen plano, diabetes, neurodermatite, entre outras;
- Radiações solares;
- Menopausa.
Estas doenças devem ser diagnosticadas pelo dermatologista, que indicará o tratamento específico para cada uma delas. O tratamento nem sempre é fácil, ele envolve o uso de hidratantes potentes, queratolíticos, medicamentos locais e sistêmicos e pequenas cirurgias.
HIDRATANTES
Quando a pele está ressecada, podemos utilizar diversos produtos para tentar hidratá-la, porém nenhum será tão perfeito como o mecanismo natural de hidratação.
Os hidratantes geralmente contêm gorduras que ficam na superfície da pele e têm como objetivo evitar a perda de água através dela e hidratá-la. Alguns produtos possuem substâncias capazes de atrair água para si e procuram segurar a água na pele quando aplicados nela. Os hidratantes mais modernos procuram repor a barreira lipídica da camada córnea, restaurando sua função.
Há diversas opções de hidratantes no mercado, cada um útil para um tipo de pele e uma intensidade de ressecamento. Eles devem ser utilizados apenas quando necessários e, em muitas situações, devem ser prescritos pelo dermatologista, que saberá o hidratante mais indicado para a pele de cada pessoa. CUIDADO, em algumas hiperqueratoses palmo-plantares o hidratante além de não melhorar poderá piorar ainda mais o problema.
Figura 1 – Anatomia e camadas da pele e detalhe da camada córnea
Figura 2 - Hiperqueratose plantar difusa (congênita)
Figuras 3 e 4 - Hiperqueratose plantar focal pontuada (congênita)
Figura 5 - Hiperqueratose adquirida nas áreas de apoio.
Figura 6 - Espessamento e ressecamento com fissuras no calcanhar.
Figura 7 - Hiperqueratose pontuada palmar
Obs: Agradeço aos colegas que disponibilizaram as fotos nos livros de dermatologia e sites da internet.
Nota da Editora: O Dr. Luiz Roberto Terzian é médico dermatologista, residente em dermatologia pela UNIFESP-EPM, possui título de especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, é mestre em medicina (dermatologia) pelo HC-FMSUP, professor voluntário do grupo de cirurgia dermatológica da UNIFESP-EPM, coordenador do Congresso Brasileiro de Manicures e membro da SBD, SBCD, AAD, EADV.
Fonte: BELEZAIN
Dr. Luiz Roberto Terzian
É possível curá-la com paciência e determinação!
Também chamada de onicomicose, essa patologia (doença) que se instala nas lâminas ungueais (unhas) é causada por fungos dermatófitos, ou seja, fungos que se alimentam da queratina presente na pele e, no nosso caso, na lâmina.
Os fungos sobrevivem e se reproduzem em locais úmidos, quentes e com pouca claridade. Podemos adquiri-los de várias maneiras, principalmente se estivermos com nossa resistência baixa. Eles estão presentes em locais de uso público, como piscinas e saunas, nos calçados, meias, toalhas e roupas íntimas de quem as possui ou em materiais de uso comum (sem esterilização adequada ou não descartáveis).
Como podemos constatar se temos micose nas lâminas/pele ou não?
Cabe ao Dermatologista encaminhar seu paciente ao Micologista, que poderá fazer um exame detalhado chamado “cultura de fungos” para classificar o(s) tipo(s) de fungo(s) que acomete(m) a lâmina ou a pele.
Convém lembrar de que existem 250 mil tipos de fungos em nosso planeta e que em uma lâmina podem conviver dois ou mais tipos, harmonicamente.
Podemos perceber claramente que existe um limite de atuação que deve ser respeitado e que para se obter um bom resultado quanto à cura da micose, é necessário que haja um tratamento multidisciplinar, ou seja, o cliente em conjunto com os profissionais: Podólogo/Dermatologista e Micologista.
Como podemos nos prevenir da micose?
Com atitudes simples, mas de grande valia como: tomar banhos diários, não utilizar toalhas, meias ou calçados de outras pessoas, enxugar bem entre os dedos, evitar meias de nylon e calçados de plástico ou sintéticos. Se for obrigado(a) a sempre usar calçados fechados, não esmalte as lâminas e tome sol nos pés em horário saudável.
Que atitudes tomar caso a micose for constatada?
O Dermatologista receitará ao paciente medicamentos por via oral e/ou tópica, de acordo com o resultado do exame feito pelo Micologista. É de suma importância que o cliente tome algumas medidas como, por exemplo: ter uma toalha separada para a região dos pés, enxugar bem entre os dedos e secar a região com secador em temperatura branda, não usar o mesmo calçado dias seguidos, escaldar as meias e calçados com produtos antifúngicos ou colocar meias e calçados no sol (por duas horas) diariamente, abolir meias de nylon e calçados de material plástico ou sintético, não esmaltar as lâminas, não colocar próteses ungueais (unhas postiças ou de resina acrílica) e consultar um podólogo para a higienização e limpeza do local afetado de maneira segura e consciente.
IMPORTANTE: O tratamento da micose deve ser feito com assiduidade e constância, pois é um tratamento demorado. Se for interrompido, o fungo se tornará resistente ao antifúngico, retardando, assim, a cura da patologia.
- Emoliente;
- Micromotor;
- Lixas (plantares/lâmina);
- Brocas(ponta arredondada e para desbaste);
- Bisturi nuclear estreito;
- Alicate de corte;
- Alicate de lâmina;
- Alta-freqüência;
- Algodão;
- Hidratante.
Também chamada de onicomicose, essa patologia (doença) que se instala nas lâminas ungueais (unhas) é causada por fungos dermatófitos, ou seja, fungos que se alimentam da queratina presente na pele e, no nosso caso, na lâmina.
Os fungos sobrevivem e se reproduzem em locais úmidos, quentes e com pouca claridade. Podemos adquiri-los de várias maneiras, principalmente se estivermos com nossa resistência baixa. Eles estão presentes em locais de uso público, como piscinas e saunas, nos calçados, meias, toalhas e roupas íntimas de quem as possui ou em materiais de uso comum (sem esterilização adequada ou não descartáveis).
Como podemos constatar se temos micose nas lâminas/pele ou não?
Cabe ao Dermatologista encaminhar seu paciente ao Micologista, que poderá fazer um exame detalhado chamado “cultura de fungos” para classificar o(s) tipo(s) de fungo(s) que acomete(m) a lâmina ou a pele.
Convém lembrar de que existem 250 mil tipos de fungos em nosso planeta e que em uma lâmina podem conviver dois ou mais tipos, harmonicamente.
Podemos perceber claramente que existe um limite de atuação que deve ser respeitado e que para se obter um bom resultado quanto à cura da micose, é necessário que haja um tratamento multidisciplinar, ou seja, o cliente em conjunto com os profissionais: Podólogo/Dermatologista e Micologista.
Como podemos nos prevenir da micose?
Com atitudes simples, mas de grande valia como: tomar banhos diários, não utilizar toalhas, meias ou calçados de outras pessoas, enxugar bem entre os dedos, evitar meias de nylon e calçados de plástico ou sintéticos. Se for obrigado(a) a sempre usar calçados fechados, não esmalte as lâminas e tome sol nos pés em horário saudável.
Que atitudes tomar caso a micose for constatada?
O Dermatologista receitará ao paciente medicamentos por via oral e/ou tópica, de acordo com o resultado do exame feito pelo Micologista. É de suma importância que o cliente tome algumas medidas como, por exemplo: ter uma toalha separada para a região dos pés, enxugar bem entre os dedos e secar a região com secador em temperatura branda, não usar o mesmo calçado dias seguidos, escaldar as meias e calçados com produtos antifúngicos ou colocar meias e calçados no sol (por duas horas) diariamente, abolir meias de nylon e calçados de material plástico ou sintético, não esmaltar as lâminas, não colocar próteses ungueais (unhas postiças ou de resina acrílica) e consultar um podólogo para a higienização e limpeza do local afetado de maneira segura e consciente.
IMPORTANTE: O tratamento da micose deve ser feito com assiduidade e constância, pois é um tratamento demorado. Se for interrompido, o fungo se tornará resistente ao antifúngico, retardando, assim, a cura da patologia.
- Emoliente;
- Micromotor;
- Lixas (plantares/lâmina);
- Brocas(ponta arredondada e para desbaste);
- Bisturi nuclear estreito;
- Alicate de corte;
- Alicate de lâmina;
- Alta-freqüência;
- Algodão;
- Hidratante.
Adoro massagem nos pés!
Sim, com certeza receber massagem nos pés é uma das técnicas anti-stress preferidas do público que sabe bem viver. Além de tantas sobrecargas e tensões que os membros inferiores recebem, a circulação nos pés é extremamente deficitária, ocasionando diversas disfunções para esta região como edemas (pés inchados), varizes, calosidades, dores e bolhas, e ainda mais somatizando o peso do nosso corpo. Justamente por esses motivos que preparei uma matéria específica de massagem holística podal e procedimentos de bandagens aromáticas e hidratação profunda para que você aplique em sua cabine. O interessante é fazer a massagem primeiro, utilizando um creme de pernas e pés ou um relaxante, e logo após aplicar o tratamento sugerido nas fotos, que está bem prático de realizar. Esta zona reflexa merece cuidados e atenções especiais, pois como muitos já sabem ela pode melhorar a saúde de todo o nosso organismo.
A reflexologia podal tem recebido reconhecimento geral. Atualmente, na Inglaterra, é uma das técnicas preferidas e valorizadas pelos ingleses. Na Índia, é comum se dizer que se queremos agradar o nosso amado ou amada, devemos começar pelos pés, como gesto de humildade e conforto. Vamos lá, reconheça que seus pés merecem este carinho e tenha a certeza que todo o seu corpo agradecerá.
Hidratação com Bandagens Aromáticas para os Pés
No Verão, mostre como seus pés estão bem cuidados!
Fonte: Revista Personalité
Prof. Miguel Diniz
Dicas
de Saúde para os pés
|
Cuidado em geral dos pés:
Micoses;
Calosidades;
Unhas encravadas;
Granulomas;
Tratamento para pés diabéticos;
Órteses.
Órtese para correção de Unhas - tem o objetivo de corrigir o formato de unhas com curvatura muito elevada, o que gera desconfortos e agressões na pele em sua volta. O processo é indolor, pois os aparelhos são aplicados sobre a lâmina da unha.
Clip System (Fibra de Memória molecular)
Órtese Metálica
O que é PODOLOGIA
PODOLOGIA é um ramo profissional que auxilia a medicina e tem sua atuação voltada à prevenção e tratamento das patologias dos pés.
O Podólogo trata de afecções superficiais dos pés tais como unhas encravadas, calos, calosidades, verrugas plantares, micoses, má formação das unhas, higienização geral, hidratação dos pés, massagens que estimulam a circulação, entre outras. O podólogo tem o dever também de orientar o tratamento com médicos especialistas, caso identifique que o problema não é de sua especialização.
O Podólogo trata também de casos mais específicos, como doenças em pés de pessoas diabéticas. É recomendado à pessoas diabéticas o acompanhamento freqüente de um podólogo, para que seja feito o corte correto das unhas, retirada de calos e calosidades, mantendo assim os pés saudáveis e diminuindo a probabilidade de lesões nesta região.
Devemos salientar que a prevenção das doenças dos pés é fundamental para mantê-los fortes e saudáveis em todas as pessoas, pois este tratamento visa também um fator muito importante que é o conforto e a estética dos pés.
A quem se destina:
Pessoas com problemas nas unhas, dedos ou sola dos pés.
Portadores de diabetes com o objetivo de prevenção.
Pessoas que procuram higiene, estética e bem estar com os pés.
As visitas a uma clínica de PODOLOGIA podem ocorrer pontualmente para a solução de problemas específicos, como no caso de uma unha encravada que poderá ser resolvida com apenas uma sessão e alguns curativos. E existe também pessoas que procuram por este serviço regularmente, com sessões mensais, mantendo assim os pés sempre saudáveis.
Micoses;
Calosidades;
Unhas encravadas;
Granulomas;
Tratamento para pés diabéticos;
Órteses.
Órtese para correção de Unhas - tem o objetivo de corrigir o formato de unhas com curvatura muito elevada, o que gera desconfortos e agressões na pele em sua volta. O processo é indolor, pois os aparelhos são aplicados sobre a lâmina da unha.
Clip System (Fibra de Memória molecular)
Órtese Metálica
O que é PODOLOGIA
PODOLOGIA é um ramo profissional que auxilia a medicina e tem sua atuação voltada à prevenção e tratamento das patologias dos pés.
O Podólogo trata de afecções superficiais dos pés tais como unhas encravadas, calos, calosidades, verrugas plantares, micoses, má formação das unhas, higienização geral, hidratação dos pés, massagens que estimulam a circulação, entre outras. O podólogo tem o dever também de orientar o tratamento com médicos especialistas, caso identifique que o problema não é de sua especialização.
O Podólogo trata também de casos mais específicos, como doenças em pés de pessoas diabéticas. É recomendado à pessoas diabéticas o acompanhamento freqüente de um podólogo, para que seja feito o corte correto das unhas, retirada de calos e calosidades, mantendo assim os pés saudáveis e diminuindo a probabilidade de lesões nesta região.
Devemos salientar que a prevenção das doenças dos pés é fundamental para mantê-los fortes e saudáveis em todas as pessoas, pois este tratamento visa também um fator muito importante que é o conforto e a estética dos pés.
A quem se destina:
Pessoas com problemas nas unhas, dedos ou sola dos pés.
Portadores de diabetes com o objetivo de prevenção.
Pessoas que procuram higiene, estética e bem estar com os pés.
As visitas a uma clínica de PODOLOGIA podem ocorrer pontualmente para a solução de problemas específicos, como no caso de uma unha encravada que poderá ser resolvida com apenas uma sessão e alguns curativos. E existe também pessoas que procuram por este serviço regularmente, com sessões mensais, mantendo assim os pés sempre saudáveis.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Diabetes Mellitus
O que é a diabetes?
A diabetes é uma doença do metabolismo em que a quantidade de glucose (açúcar) na corrente sanguínea apresenta valores elevados. A secreção deficiente de insulina pelo pâncreas resulta em níveis excessivos de glucose e subsequentemente na urina. Esta urina com odor dá o nome à doença (mellitus é a palavra grega para doce). Pode ser causada pela diminuição de secreção de insulina ou pela sua acção deficiente, devido à insensibilidade dos tecidos receptores.
Existem duas formas de diabetes:
Diabetes tipo 1, também conhecida como diabetes insulino-dependente. Usualmente afecta as crianças ou o jovem adulto. As pessoas com este tipo de diabetes necessitam de injecções diárias de insulina.
Diabetes tipo 2, também conhecida como diabetes não insulino – dependente. Ocorre, normalmente, depois dos 40 anos e é o tipo de diabetes mais vulgar; corresponde a cerca de 90 % de todos os casos de diabetes. Há uma forte tendência genética para herdar este tipo de diabetes. Pode ser bastante controlado com uma alimentação cuidada e exercício físico.
Como é que a diabetes pode afectar os seus pés?
Os nossos pés apresentam uma complexa rede sanguínea para se manterem saudáveis, apresentando igualmente uma extensa ramificação nervosa, responsável pela sensibilidade do pé. Estas ramificações nervosas actuam como sinais de alarme. Por exemplo, se sentir um pequeno objecto dentro do sapato, este conjunto de nervos emite uma mensagem para o seu cérebro para que resolva imediatamente esta situação, retirando rapidamente o objecto causador da moléstia.
Contudo, com a evolução da doença, especialmente se esta não for convenientemente tratada, pode levar a:
Danificação nervosa ou “neuropatia periférica”, que provoca alterações de sensibilidade dos pés, e /ou
Redução do aporte sanguíneo, conhecida por “má circulação”.
A danificação nervosa pode significar que o paciente não sinta o objecto estranho dentro do sapato, devido à perda de sensibilidade dos pés. Esta situação pode levar ao aparecimento de um pequeno ferimento, e posteriormente a uma infecção.
Se igualmente apresenta “má circulação”, qualquer ferimento ou infecção no pé (por exemplo, cortes, queimaduras ou arranhões) irá demorar mais tempo a curar. Este processo é devido à diminuição da quantidade de sangue das artérias dos pés. O sangue providência os nutrientes responsáveis pelo processo cicatricial dos tecidos danificados.
Se apresenta problemas circulatórios, necessita de tomar cuidados extra para proteger os seus pés de possíveis ferimentos.
A maioria dos problemas nos pés das pessoas diabéticas ocorrem quando os ferimentos e muitas das vezes as infecções passam despercebidas ou quando não tratadas atempadamente.
Insuficiência Circulatória e a Diabetes
Como detectar sinais atempadamente?
Uma consulta de avaliação do pé a cada 6 meses realizada pelo seu Podologista, irá garantir a detecção de qualquer alteração inicial antes que esta se converta numa manifestação potencialmente perigosa.
Na consulta de avaliação, o seu Podologista irá examinar a sua circulação sanguínea através da detecção do pulso dos seus pés, pela artéria tibial anterior e artéria pédia. A avaliação da sensibilidade é também igualmente realizada, através de testes de reflexos com monofilamentos e dispositivo vibrátil, juntamente com a avaliação podobarométrica (distribuição de pressões do pé), permitirá escalonar o seu grau de afectação sensitiva.
O seu Podologista irá também verificar ou detectar possíveis alterações que futuramente se possam transformar em problemas mais graves, bem como, explicar pormenorizadamente todo o processo de monitorização da saúde dos seus pés entre as consultas.
Para prevenir problemas:
Proteja os seus pés de ferimentos
Inspeccione os seus pés diariamente (o seu Podologista o aconselhará como o fazer)
Consulte o seu Podologista imediatamente se algum ferimento não cicatriza
Inspecione todos os dias os seus pés
Como guia geral:
Mantenha controlados os níveis de açúcar do sangue
Não fume
Faça exercício regularmente
Evite andar descalço
Mantenha os seus pés limpos
Calce sapatos confortáveis e bem adaptados aos seus pés
Corte ou lime as unhas com cuidado, evite ferimentos
Trate das calosidades e outras alterações com o Podologista
Consulte o seu Podologista antes de utilizar medicamentos comerciais para o tratamento de calosidades.
Aconselhamento de calçado:
O melhor tipo de calçado é aquele que se adapta e que melhor proteja os seus pés. Evite andar descalço, para evitar ferimentos nos pés.
Garanta que os sapatos tenham o comprimento e largura metatarsal adequada
Outros pareceres:
Sempre que possível, utilize sapatos com cordões, visto permitirem um melhor ajuste ao peito do pé e evitar a consequente retracção dos dedos dentro do sapato.
Inspeccione o interior dos sapatos e verifique se apresentam costuras ou bordos irregulares que o possam magoar. Inspeccione diariamente o seu calçado, procurando por algum objecto estranho (pedrinha) que possa estar alojado no seu interior.
Collans e meias de algodão ou fibras de nova geração que evitem a transpiração excessiva, juntamente com calçado em pele, são as melhores opções.
Lembre-se:
As alterações de sensibilidade provocadas pela diabetes podem originar uma diminuição acentuada da sensibilidade dos pés. Cortes, bolhas, unhas encravadas e calosidades podem passar por despercebidas.
As alterações da circulação (redução da circulação do membro inferior), podem provocar a diminuição do processo cicatricial.
Proteja os seus pés de ferimentos e traumatismos.
Inspeccione os seus pés diariamente.
Consulte regularmente o Podologista.
Como o seu Podologista o pode ajudar:
Os Podologistas ou Podiatras são profissionais de saúde altamente qualificados e treinados para a prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação das patologias dos pés. Os programas continuados de educação e especialização da carreira, garantem o melhor desempenho da sua função.
Visite o seu Podologista com regularidade, de modo a prevenir problemas futuros, aliviar a dor e o ajudar a conseguir uma melhor mobilidade.
O que é a diabetes?
A diabetes é uma doença do metabolismo em que a quantidade de glucose (açúcar) na corrente sanguínea apresenta valores elevados. A secreção deficiente de insulina pelo pâncreas resulta em níveis excessivos de glucose e subsequentemente na urina. Esta urina com odor dá o nome à doença (mellitus é a palavra grega para doce). Pode ser causada pela diminuição de secreção de insulina ou pela sua acção deficiente, devido à insensibilidade dos tecidos receptores.
Existem duas formas de diabetes:
Diabetes tipo 1, também conhecida como diabetes insulino-dependente. Usualmente afecta as crianças ou o jovem adulto. As pessoas com este tipo de diabetes necessitam de injecções diárias de insulina.
Diabetes tipo 2, também conhecida como diabetes não insulino – dependente. Ocorre, normalmente, depois dos 40 anos e é o tipo de diabetes mais vulgar; corresponde a cerca de 90 % de todos os casos de diabetes. Há uma forte tendência genética para herdar este tipo de diabetes. Pode ser bastante controlado com uma alimentação cuidada e exercício físico.
Como é que a diabetes pode afectar os seus pés?
Os nossos pés apresentam uma complexa rede sanguínea para se manterem saudáveis, apresentando igualmente uma extensa ramificação nervosa, responsável pela sensibilidade do pé. Estas ramificações nervosas actuam como sinais de alarme. Por exemplo, se sentir um pequeno objecto dentro do sapato, este conjunto de nervos emite uma mensagem para o seu cérebro para que resolva imediatamente esta situação, retirando rapidamente o objecto causador da moléstia.
Contudo, com a evolução da doença, especialmente se esta não for convenientemente tratada, pode levar a:
Danificação nervosa ou “neuropatia periférica”, que provoca alterações de sensibilidade dos pés, e /ou
Redução do aporte sanguíneo, conhecida por “má circulação”.
A danificação nervosa pode significar que o paciente não sinta o objecto estranho dentro do sapato, devido à perda de sensibilidade dos pés. Esta situação pode levar ao aparecimento de um pequeno ferimento, e posteriormente a uma infecção.
Se igualmente apresenta “má circulação”, qualquer ferimento ou infecção no pé (por exemplo, cortes, queimaduras ou arranhões) irá demorar mais tempo a curar. Este processo é devido à diminuição da quantidade de sangue das artérias dos pés. O sangue providência os nutrientes responsáveis pelo processo cicatricial dos tecidos danificados.
Se apresenta problemas circulatórios, necessita de tomar cuidados extra para proteger os seus pés de possíveis ferimentos.
A maioria dos problemas nos pés das pessoas diabéticas ocorrem quando os ferimentos e muitas das vezes as infecções passam despercebidas ou quando não tratadas atempadamente.
Insuficiência Circulatória e a Diabetes
Como detectar sinais atempadamente?
Uma consulta de avaliação do pé a cada 6 meses realizada pelo seu Podologista, irá garantir a detecção de qualquer alteração inicial antes que esta se converta numa manifestação potencialmente perigosa.
Na consulta de avaliação, o seu Podologista irá examinar a sua circulação sanguínea através da detecção do pulso dos seus pés, pela artéria tibial anterior e artéria pédia. A avaliação da sensibilidade é também igualmente realizada, através de testes de reflexos com monofilamentos e dispositivo vibrátil, juntamente com a avaliação podobarométrica (distribuição de pressões do pé), permitirá escalonar o seu grau de afectação sensitiva.
O seu Podologista irá também verificar ou detectar possíveis alterações que futuramente se possam transformar em problemas mais graves, bem como, explicar pormenorizadamente todo o processo de monitorização da saúde dos seus pés entre as consultas.
Para prevenir problemas:
Proteja os seus pés de ferimentos
Inspeccione os seus pés diariamente (o seu Podologista o aconselhará como o fazer)
Consulte o seu Podologista imediatamente se algum ferimento não cicatriza
Inspecione todos os dias os seus pés
Como guia geral:
Mantenha controlados os níveis de açúcar do sangue
Não fume
Faça exercício regularmente
Evite andar descalço
Mantenha os seus pés limpos
Calce sapatos confortáveis e bem adaptados aos seus pés
Corte ou lime as unhas com cuidado, evite ferimentos
Trate das calosidades e outras alterações com o Podologista
Consulte o seu Podologista antes de utilizar medicamentos comerciais para o tratamento de calosidades.
Aconselhamento de calçado:
O melhor tipo de calçado é aquele que se adapta e que melhor proteja os seus pés. Evite andar descalço, para evitar ferimentos nos pés.
Garanta que os sapatos tenham o comprimento e largura metatarsal adequada
Outros pareceres:
Sempre que possível, utilize sapatos com cordões, visto permitirem um melhor ajuste ao peito do pé e evitar a consequente retracção dos dedos dentro do sapato.
Inspeccione o interior dos sapatos e verifique se apresentam costuras ou bordos irregulares que o possam magoar. Inspeccione diariamente o seu calçado, procurando por algum objecto estranho (pedrinha) que possa estar alojado no seu interior.
Collans e meias de algodão ou fibras de nova geração que evitem a transpiração excessiva, juntamente com calçado em pele, são as melhores opções.
Lembre-se:
As alterações de sensibilidade provocadas pela diabetes podem originar uma diminuição acentuada da sensibilidade dos pés. Cortes, bolhas, unhas encravadas e calosidades podem passar por despercebidas.
As alterações da circulação (redução da circulação do membro inferior), podem provocar a diminuição do processo cicatricial.
Proteja os seus pés de ferimentos e traumatismos.
Inspeccione os seus pés diariamente.
Consulte regularmente o Podologista.
Como o seu Podologista o pode ajudar:
Os Podologistas ou Podiatras são profissionais de saúde altamente qualificados e treinados para a prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação das patologias dos pés. Os programas continuados de educação e especialização da carreira, garantem o melhor desempenho da sua função.
Visite o seu Podologista com regularidade, de modo a prevenir problemas futuros, aliviar a dor e o ajudar a conseguir uma melhor mobilidade.
Pés em risco
Alguns pés têm necessidades especiais – o pé da criança, o pé do desportista, o pé do trabalhador, o pé do idoso, o pé afectado por doenças.
Os pés das crianças estão ainda em desenvolvimento e são frágeis. Eles podem ser facilmente afectados pelo uso de calçado mal ajustado. A examinação precoce do pé da criança é uma medida preventiva. Desgaste anormal do calçado; mau apoio dos pés, alterações dermatológicas, como por exemplo verrugas, alterações das unhas, alterações da marcha, dores nos pés, tropeçar frequente, são sinais de potenciais problemas.
O diagnóstico e o tratamento precoce do pé da criança é fundamental para assegurar um crescimento correcto e prevenir o aparecimento de alterações estruturais e funcionais.
O crescimento e desenvolvimento do pé da criança devem ser acompanhados pelo Podologista assegurando um tratamento especializado e personalizado.
As actividades desportivas – caminhar, correr, saltar – acarretam uma grande demanda física para o corpo, muito mais do que as actividades normais do dia a dia. Enquanto corremos, os pés podem absorver até 3 vezes o peso do nosso peso. Assim sendo, não é surpreendente que as alterações patológicas do pé e do membro inferior constituam uma grande proporção das lesões desportivas. Os Podologistas compreendem a estrutura e o movimento do pé. O diagnóstico precoce das patologias dos pés é indispensável para proporcionar uma melhor qualidade de vida e um melhor rendimento desportivo.
Durante o período laboral, os nossos pés podem percorrer até 24 quilómetros num só dia, assim como absorver toda a carga associada à especificidade laboral de cada um de nós – andar, correr, levantar, subir e descer escadas, levantar pesos, conduzir maquinaria ou veículos, passar longos períodos de pé, etc.
Aproximadamente 20% de todas as queixas de saúde nos locais de trabalho estão relacionadas com lesões dos pés. Pesquisas demonstram que os problemas dos pés relacionados com o trabalho estão muitas vezes associados à inadequação e fraca qualidade do calçado.
Quando alcançamos os 50 anos de idade, os nossos pés percorreram 86.000 quilómetros, fazendo com que fiquem mais susceptíveis a doenças e lesões. Estudos clínicos demonstram que a partir dos 50 anos, estamos 80% mais susceptíveis ao desenvolvimento de artrite do pé e do tornozelo, assim como, 90% mais sujeitos ao desenvolvimento de deformações das articulações do pé e dos dedos dos pés.
As pessoas com diabetes estão em risco de desenvolver problemas sérios nos pés pelo facto de apresentarem alterações inerentes à doença. As alterações do aporte sanguíneo e as alterações degenerativas dos pés e das pernas diminuem a habilidade de lutar contra as infecções. Estes factores em conjunto, contribuem para a diminuição da capacidade de cicatrização de feridas. Consultas de rotina são vitais para a saúde dos pés do diabético. A Associação Portuguesa de Podologia recomenda pelo menos uma consulta a cada 12 meses.
É recomendado que visite o Podologista sempre que:
Sentir dores nos seus pés
Passar longos períodos de pé
Observar problemas na pele ou unhas (unha encravada, alteração da cor das unhas, calosidades, alterações da pele)
Sofrer de mau odor dos pés
Detectar um ferimento nos pés
Apresentar problemas de saúde tal como a diabetes, artrite reumatóide, problemas vasculares
Tropeçar ou torcer os pés recorrentemente
Tiver dificuldade em calçar sapatos devido a alteração da forma dos dedos
Dores nos pés
Pesquisas de opinião referem que apenas uma minoria da população com problemas nos pés recorre a ajuda profissional. Uma ideia bastante comum, é o facto de pensarmos que os pés doridos são uma situação normal. Esta crença é errada. Do mesmo modo que recorre ao seu dentista quando sente uma dor nos dentes, deverá consultar o seu podologista sempre que sentir dores nos pés.
Os Podologistas estão qualificados a identificar e tratar a causa das dores dos seus pés, relacionados com problemas biomecânicos (estrutura do pé), calçado inapropriado, alterações da pele (calos, calosidades), doenças (diabetes, artrite reumatóide), infecções (pé de atleta) ou traumatismos.
As dores dos pés também podem ser sinais de outras doenças. Por exemplo, 20% dos casos de artrite reumatóide e 35% de fracturas de stress ocorrem nos pés
Alguns pés têm necessidades especiais – o pé da criança, o pé do desportista, o pé do trabalhador, o pé do idoso, o pé afectado por doenças.
Os pés das crianças estão ainda em desenvolvimento e são frágeis. Eles podem ser facilmente afectados pelo uso de calçado mal ajustado. A examinação precoce do pé da criança é uma medida preventiva. Desgaste anormal do calçado; mau apoio dos pés, alterações dermatológicas, como por exemplo verrugas, alterações das unhas, alterações da marcha, dores nos pés, tropeçar frequente, são sinais de potenciais problemas.
O diagnóstico e o tratamento precoce do pé da criança é fundamental para assegurar um crescimento correcto e prevenir o aparecimento de alterações estruturais e funcionais.
O crescimento e desenvolvimento do pé da criança devem ser acompanhados pelo Podologista assegurando um tratamento especializado e personalizado.
As actividades desportivas – caminhar, correr, saltar – acarretam uma grande demanda física para o corpo, muito mais do que as actividades normais do dia a dia. Enquanto corremos, os pés podem absorver até 3 vezes o peso do nosso peso. Assim sendo, não é surpreendente que as alterações patológicas do pé e do membro inferior constituam uma grande proporção das lesões desportivas. Os Podologistas compreendem a estrutura e o movimento do pé. O diagnóstico precoce das patologias dos pés é indispensável para proporcionar uma melhor qualidade de vida e um melhor rendimento desportivo.
Durante o período laboral, os nossos pés podem percorrer até 24 quilómetros num só dia, assim como absorver toda a carga associada à especificidade laboral de cada um de nós – andar, correr, levantar, subir e descer escadas, levantar pesos, conduzir maquinaria ou veículos, passar longos períodos de pé, etc.
Aproximadamente 20% de todas as queixas de saúde nos locais de trabalho estão relacionadas com lesões dos pés. Pesquisas demonstram que os problemas dos pés relacionados com o trabalho estão muitas vezes associados à inadequação e fraca qualidade do calçado.
Quando alcançamos os 50 anos de idade, os nossos pés percorreram 86.000 quilómetros, fazendo com que fiquem mais susceptíveis a doenças e lesões. Estudos clínicos demonstram que a partir dos 50 anos, estamos 80% mais susceptíveis ao desenvolvimento de artrite do pé e do tornozelo, assim como, 90% mais sujeitos ao desenvolvimento de deformações das articulações do pé e dos dedos dos pés.
As pessoas com diabetes estão em risco de desenvolver problemas sérios nos pés pelo facto de apresentarem alterações inerentes à doença. As alterações do aporte sanguíneo e as alterações degenerativas dos pés e das pernas diminuem a habilidade de lutar contra as infecções. Estes factores em conjunto, contribuem para a diminuição da capacidade de cicatrização de feridas. Consultas de rotina são vitais para a saúde dos pés do diabético. A Associação Portuguesa de Podologia recomenda pelo menos uma consulta a cada 12 meses.
É recomendado que visite o Podologista sempre que:
Sentir dores nos seus pés
Passar longos períodos de pé
Observar problemas na pele ou unhas (unha encravada, alteração da cor das unhas, calosidades, alterações da pele)
Sofrer de mau odor dos pés
Detectar um ferimento nos pés
Apresentar problemas de saúde tal como a diabetes, artrite reumatóide, problemas vasculares
Tropeçar ou torcer os pés recorrentemente
Tiver dificuldade em calçar sapatos devido a alteração da forma dos dedos
Dores nos pés
Pesquisas de opinião referem que apenas uma minoria da população com problemas nos pés recorre a ajuda profissional. Uma ideia bastante comum, é o facto de pensarmos que os pés doridos são uma situação normal. Esta crença é errada. Do mesmo modo que recorre ao seu dentista quando sente uma dor nos dentes, deverá consultar o seu podologista sempre que sentir dores nos pés.
Os Podologistas estão qualificados a identificar e tratar a causa das dores dos seus pés, relacionados com problemas biomecânicos (estrutura do pé), calçado inapropriado, alterações da pele (calos, calosidades), doenças (diabetes, artrite reumatóide), infecções (pé de atleta) ou traumatismos.
As dores dos pés também podem ser sinais de outras doenças. Por exemplo, 20% dos casos de artrite reumatóide e 35% de fracturas de stress ocorrem nos pés
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Tipos de Desbridamento de Feridas
Desbridamento autolítico:
Descrição:
Autólise utiliza enzimas do próprio corpo e da umidade para re-hidratar, amaciar e finalmente liquefazer escara duro e lamaçal. Desbridamento autolítico é seletiva; tecido necrosado só é liquefeito. Também é virtualmente indolor para o paciente. Desbridamento autolítico pode ser conseguido com o uso de pensos oclusivos ou semi-oclusivos que mantêm fluido da ferida em contacto com o tecido necrótico. Desbridamento autolítico pode ser alcançado com os hidrocolóides, hidrogel e filmes transparentes.
Melhores usos :
No estágio III ou IV, com ferimentos de leve a moderado exsudato
Vantagens:
Muito seletiva, sem causar danos à pele circundante.
O processo é seguro, através dos mecanismos de defesa próprios do corpo para limpar a ferida de restos necróticos.
Eficaz, versátil e fácil de executar
Pouca ou nenhuma dor para o paciente
Desvantagens:
Não é tão rápido como o desbridamento cirúrgico
Ferida deve ser acompanhada de perto por sinais de infecção
Pode promover o crescimento anaeróbio se um hidrocolóide oclusiva é usado
Desbridamento enzimático:
Descrição :
Enzimas químicas estão agindo rápido os produtos que produzem slough de tecido necrosado. Alguns debriders enzimáticos são seletivos, enquanto outros não.
Melhores usos:
Em qualquer ferimento com uma grande quantidade de restos necróticos.
Formação de escara
Vantagens :
Ação rápida
Dano mínimo ou nenhum tecido saudável com a aplicação adequada.
Desvantagens :
Caro
Exige uma prescrição
Aplicação deve ser feita cuidadosamente para apenas o tecido necrótico.
Pode exigir uma limpeza específica secundário
Inflamação ou desconforto pode ocorrer
Desbridamento mecânico:
Descrição :
Esta técnica tem sido usado por décadas no tratamento de feridas. Permitindo um curativo proceder a partir úmido para molhar, então manualmente a remoção do curativo causa uma forma de não-seletivo desbridamento.
A hidroterapia é também um tipo de desbridamento mecânico. É benefícios versus os riscos são de emissão.
Melhores usos:
Feridas com moderada quantidade de detritos necróticos
Vantagens :
Custo do material real (ou seja, gaze) é baixa
Desvantagens :
Não-seletivo e pode traumatizar o tecido saudável ou cura
Demorado
Pode ser doloroso para o paciente
Hidroterapia pode causar maceração do tecido. Além disso, agentes patogênicos podem causar contaminação ou infecção. Aditivos de desinfecção pode ser citotóxica.
Desbridamento Cirúrgico:
Descrição :
Desbridamento cirúrgico Sharp e debridamento de laser sob anestesia são os mais rápidos métodos de desbridamento.
Eles são muito seletivos, o que significa que a pessoa realizando o desbridamento tem controle completo sobre a qual o tecido é removido e que é deixado para trás
O desbridamento cirúrgico pode ser realizado na sala de operação ou ao lado da cama, em função da extensão do material necrótico.
Melhores usos:
Feridas, com uma grande quantidade de tecido necrótico.
Em conjunto com o tecido infectado.
Vantagens :
Rápido e seletivo
Pode ser extremamente eficaz
Desvantagens :
Doloroso para o paciente
Caro, especialmente se uma sala de operação é necessária
Requer transporte de paciente se sala de cirurgia é necessária.
Maggots
Clique aqui para ver a nossa nova seção sobre Maggot Terapia Desbridamento escrito pelo Dr. Ronald Sherman.
Estas imagens foram fornecidos por David Janssen, MD
Dr. Janssen costumava ter um site muito detalhada, mas agora ele se foi.
Coloque o mouse sobre cada imagem para uma explicação.
Feridas Complexas.Com: Úlceras em Pé Diabético: casos clinicos
Feridas Complexas.Com: Úlceras em Pé Diabético: casos clinicos: Casos clínicos 1: Úlcera Pé Diabético Sra S.A.B, sexo F, 27 anos, cor não branca, ensino fundamental incompleto, solteira, mãe de 1 fil...
Feridas Complexas.Com: Feridas Complexas
Feridas Complexas.Com: Feridas Complexas: Ferida complexa é uma nova definição para identificar aquelas feridas crônicas ou mesmo algumas feridas agudas que apesar de s...
PODOLOGIA ROSA
PodoLógico: Produtos em Destaque
PodoLógico: Produtos em Destaque: www.prounha.com.br Um lançamento muito interessante é o novo creme hidratante da Bela por Natureza, o Keraderm... Até hoje não ...
PodoLógico: Livros Indicados
PodoLógico: Livros Indicados: ANALISE DE MARCHA VOL. III - Siatemas de análise de marcha (2006 - Edição 1). Ed. Manole ANALISE DE MARCHA VOL. II - MARCHA Patológic...
PodoLógico: Osteoartrite do Joelho
PodoLógico: Osteoartrite do Joelho: O joelho é uma das principais articulações do corpo humano, e também uma das que suportam maior carga. Assim, não é de se estranhar que...
PodoLógico: Órteses plantares posturais e biomecânicas no trat...
PodoLógico: Órteses plantares posturais e biomecânicas no trat...: A posição bípede trouxe conseqüências extensas e profundas, como as assimetrias e afecções dolorosas, desencadeadas por uma perturbação do...
PodoLógico: Curativos com Hidrocolóide
PodoLógico: Curativos com Hidrocolóide: Os Hidrocolóides são curativos contendo agentes em formato gelatinoso, geralmente carboximetilcelulose sódica (NaCMC), pectina e gelat...
domingo, 18 de novembro de 2012
Podologia
A Eletroterapia na Podologia
Aplicação do Alta- freqüência
Com a aplicação do eletrodo, a circulação periférica é estimulada pela ação elétrica. Nesse momento são facilitadas as trocas de metabolismo, que são fenômenos físico-químicos que mantêm a vida do organismo, assimilando substâncias essenciais à vida.
Tem poder oxidante, pois age como renovador celular. Seu efeito hemostático estanca pequenos ferimentos e destrói agentes invasivos pelo efeito esterilizante. É diatérmico, pois, proporciona aquecimento do tecido promovendo sua vascularização. Possui também ação destrutiva diante de algumas dermatoses.
Na podologia Podemos aplicar o equipamento de alta-freqüência na podologia de maneira consciente e adequada, usufruindo de todos os seus benefícios na intenção de proporcionar ao cliente um tratamento moderno, diferenciado e renovador.
Existe no mercado um aparelho (em forma de maleta ou com fontes pequenas) com eletrodos adaptados, especificamente, para o tratamento dos pés. São 5 os eletrodos anatômicos, aplicados em procedimentos podológicos.
Nesse aparelho é produzido o gás NEON, por ter ação menos agressiva à pele que os outros.
São eles:
1. Faiscamento direto
2. Rabo de baleia
3. Cachimbo pequeno
4. Cachimbo grande
5. Cebolinha
O eletrodo 1 (faiscamento direto) é utilizado em locais de difícil acesso, no contorno do eponíqueo (cutícula) e sobre pequenos pontos de lesões ,fissuras e verrugas, através da fulguração
O eletrodo 2 (rabo de baleia) é utilizado com a técnica de fluxação, na assepsia profunda e preventiva, diretamente sobre a pele, podendo também ser utilizado no espaço interdigital, prevenindo assim, a candidíase (frieira).
Os eletrodos 3 e 4 (cachimbo P e G) são utilizados na cauterização de lesões na pele e tratamento de patologias ungueais, tais como: onicomicose (fungos nas lâminas), onicocriptose (unhas encravadas ou fissuras) e em lesões pápulo-postulosas, que não podem ser esvaziadas. Em granuloma piogênico sua ação é comprovadamente eficaz, diminui o granuloma, pois,age como bactericida.
O eletrodo 5 (cebolinha) é utilizado para fazer a antissepsia e assepsia no procedimento ou preparar a pele para uma hidratação profunda, antes e depois da utilização dos produtos, através da fluxação.
Cuidados
Devemos ter o máximo de atenção para NÃO utilizar o equipamento sobre peles com produtos que contenham álcool, substâncias inflamáveis ou com manchas e pintas de coloração e espessuras alteradas.
Pode ser aplicado em todos os tipos de pele, desde que ela esteja seca e sem nenhum produto para que o ozônio atue com todas suas propriedades. Para higienizar os eletrodos, basta limpá-los com papel toalha e álcool 70°.
Para introduzir os eletrodos na bobina, deve-se encaixá-lo na posição vertical, a fim de evitar que o eletrodo se solte e se quebre. Antes de ligar o aparelho, o eletrodo deve estar encaixado.
Ao ser ligado aumentar gradualmente a posição do botão, testando assim, a sensibilidade do cliente. Enquanto o aparelho permanece ligado, o eletrodo deve manter contato com a pele.
Está contra-indicado para:
• Diabéticos descompensados.
• Grávidas.
• Portadores de marca-passo e pinos metálicos.
• Pacientes que sofrem de convulsões
• Pacientes neoplásicos (com câncer).
• Portadores de problemas hormonais
O eletrodo permanece por até 8 minutos no mesmo local em casos de cauterização, nos casos de fluxação não devemos manter o eletrodo por mais de três segundos no mesmo local, pois, a pele poderá ficar com manchas.
Devemos ressaltar a importância da anamnese, que deve ser preenchida como avaliação inicial, antes de se iniciar qualquer procedimento podológico.
Saber do passado e presente clínico do nosso cliente nos é de grande valia por ser uma atitude acima de tudo, profissional.
O auxílio eletroterápico na podologia tem caráter preventivo, além de auxiliar no tratamento de várias patologias dermatológicas e ungueais, pois oxigena, renova e protege.
Obs.: Fotos Podóloga Márcia Nogueira
A Eletroterapia na Podologia
Aplicação do Alta- freqüência
Com a aplicação do eletrodo, a circulação periférica é estimulada pela ação elétrica. Nesse momento são facilitadas as trocas de metabolismo, que são fenômenos físico-químicos que mantêm a vida do organismo, assimilando substâncias essenciais à vida.
Tem poder oxidante, pois age como renovador celular. Seu efeito hemostático estanca pequenos ferimentos e destrói agentes invasivos pelo efeito esterilizante. É diatérmico, pois, proporciona aquecimento do tecido promovendo sua vascularização. Possui também ação destrutiva diante de algumas dermatoses.
Na podologia Podemos aplicar o equipamento de alta-freqüência na podologia de maneira consciente e adequada, usufruindo de todos os seus benefícios na intenção de proporcionar ao cliente um tratamento moderno, diferenciado e renovador.
Existe no mercado um aparelho (em forma de maleta ou com fontes pequenas) com eletrodos adaptados, especificamente, para o tratamento dos pés. São 5 os eletrodos anatômicos, aplicados em procedimentos podológicos.
Nesse aparelho é produzido o gás NEON, por ter ação menos agressiva à pele que os outros.
São eles:
1. Faiscamento direto
2. Rabo de baleia
3. Cachimbo pequeno
4. Cachimbo grande
5. Cebolinha
O eletrodo 1 (faiscamento direto) é utilizado em locais de difícil acesso, no contorno do eponíqueo (cutícula) e sobre pequenos pontos de lesões ,fissuras e verrugas, através da fulguração
O eletrodo 2 (rabo de baleia) é utilizado com a técnica de fluxação, na assepsia profunda e preventiva, diretamente sobre a pele, podendo também ser utilizado no espaço interdigital, prevenindo assim, a candidíase (frieira).
Os eletrodos 3 e 4 (cachimbo P e G) são utilizados na cauterização de lesões na pele e tratamento de patologias ungueais, tais como: onicomicose (fungos nas lâminas), onicocriptose (unhas encravadas ou fissuras) e em lesões pápulo-postulosas, que não podem ser esvaziadas. Em granuloma piogênico sua ação é comprovadamente eficaz, diminui o granuloma, pois,age como bactericida.
O eletrodo 5 (cebolinha) é utilizado para fazer a antissepsia e assepsia no procedimento ou preparar a pele para uma hidratação profunda, antes e depois da utilização dos produtos, através da fluxação.
Cuidados
Devemos ter o máximo de atenção para NÃO utilizar o equipamento sobre peles com produtos que contenham álcool, substâncias inflamáveis ou com manchas e pintas de coloração e espessuras alteradas.
Pode ser aplicado em todos os tipos de pele, desde que ela esteja seca e sem nenhum produto para que o ozônio atue com todas suas propriedades. Para higienizar os eletrodos, basta limpá-los com papel toalha e álcool 70°.
Para introduzir os eletrodos na bobina, deve-se encaixá-lo na posição vertical, a fim de evitar que o eletrodo se solte e se quebre. Antes de ligar o aparelho, o eletrodo deve estar encaixado.
Ao ser ligado aumentar gradualmente a posição do botão, testando assim, a sensibilidade do cliente. Enquanto o aparelho permanece ligado, o eletrodo deve manter contato com a pele.
Está contra-indicado para:
• Diabéticos descompensados.
• Grávidas.
• Portadores de marca-passo e pinos metálicos.
• Pacientes que sofrem de convulsões
• Pacientes neoplásicos (com câncer).
• Portadores de problemas hormonais
O eletrodo permanece por até 8 minutos no mesmo local em casos de cauterização, nos casos de fluxação não devemos manter o eletrodo por mais de três segundos no mesmo local, pois, a pele poderá ficar com manchas.
Devemos ressaltar a importância da anamnese, que deve ser preenchida como avaliação inicial, antes de se iniciar qualquer procedimento podológico.
Saber do passado e presente clínico do nosso cliente nos é de grande valia por ser uma atitude acima de tudo, profissional.
O auxílio eletroterápico na podologia tem caráter preventivo, além de auxiliar no tratamento de várias patologias dermatológicas e ungueais, pois oxigena, renova e protege.
Obs.: Fotos Podóloga Márcia Nogueira
Palmilhas, por que você deve usá-las
A proteção dos pés é, cada vez mais, levada a sério. Dores e lesões passam a ser mais comuns no dia-a-dia. Massagear seus pés já não é mais suficiente. Muitas vezes os pés sofrem traumas que podem levar a sérias lesões. Utilizar palmilhas ortopédicas sob medida é a solução para proteger e evitar dores e lesões nos pés.
As palmilhas proporcionam vários benefícios, pois proporcionam ao usuário muito mais conforto, além de uma proteção extra para lesões e impactos causadas por fatores externos. Com o dia-a-dia cada vez mais corrido e atarefado, é interessante que se invista em uma boa palmilha que o auxilie em suas tarefas diárias de uma forma eficiente sem desconforto nem dor.
As palmilhas também são muito úteis para atletas e pessoas de idade. Além do conforto e da proteção, as palmilhas permitem um melhor desempenho no dia-a-dia, seja em atividades leves ou pesadas.
Existem diversos tipos de palmilhas que proporcionam conforto imediato e proteção. Porém é necessário conhecer seu problema, para que você adquira a palmilha ideal.
É necessário saber o tipo do arco do seu pé para comprar sua palmilha. Os arcos do pé são classificados por: pé chato, neutro e cavo. Cada tipo de arco necessita de uma palmilha diferente. Cada tipo de arco pode causar diferentes problemas. Pés chatos tendem a pisar para dentro (pronação) enquanto pés cavos tendem a pisar para fora (supinação). Nestes e em outros casos a palmilha é necessária.
Hoje em dia a tecnologia evoluiu muito na confecção de palmilhas ortopédicas. Na hora de escolher sua palmilha, não fique atento apenas ao arco do seu pé, existem diversos fatores que devem ser levados em conta na hora de adquirir a sua. Para isso um profissional , tal como um fisioterapeuta ou um médico, pode auxiliá-lo.
sábado, 17 de novembro de 2012
domingo, 11 de novembro de 2012
PODÓLOGA GISELI: BEBÊS NA PODOLOGIA
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sexta-feira, 9 de novembro de 2012
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terça-feira, 6 de novembro de 2012
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